6 de dezembro de 2009

Porto







Adoro vir até à minha cidade.



Rever pessoas e sítios, matar saudades, dar e receber abraços apertados como nós nortenhos sabemos dar...



E apesar da Chuva, é sempre divertido e doce...



Diga-se o que se disser o sítio onde nascemos é sempre a nossa casa!



Eu apesar de ter crescido la nas montanhas, vim nascer a esta cidade maravilhosa!!



E sempre que aqui chego depois de uma semana a contar os dias digo:



Estou em casa............



2 de dezembro de 2009

As delícias da petra parte 5


E agora estas saias são o que está a dar!

adoro!

Para além de nos tornar extremamente elegantes são óptimas para usar em qualquer contexto!

Seja numa saidinha para passear, no trabalho, ou até mesmo com uma jaqueta mais arrojada para saír à noite!

29 de novembro de 2009

crise?


Nesta Sexta feira, por volta das 19 horas da tarde o sistema multi-banco "sibs" pifou, deu o piripaque.

Ou seja aqui os portuguêses uns queridos que acabando de receber o subsídio de Natal correram logo para o esbanjanso.

Ok todos gostamos de fazer comprinhas e tal e tal....

Mas pessoal com peso e medida!

Agora aquecer o pobre do cartão até rebentar o sistema é dose!

Hoje no cheado ninguém se mexia!

Depois queixem-se que não ha dinheirinho para as rabanadas e o bolo rei.....

27 de novembro de 2009

Não dói nada


Já todos ouvimos falar da doação das células de medula óssea certo?

Eu gostaria de o poder fazer, mas infelizmente preencho um dos critérios que me impede: peso menos de 50 kg.

O que significa que este tipo de procedimento poderia prejudicar a minha saúde pelo simples facto de não ter peso suficiente.

No entanto e visto que não o posso fazer, gostaria de deixar aqui a informação de que doar medúla óssea não dói e nem é necessário ser sujeito a nenhuma cirurgia.
Através da filtragem de sangue é ppossível aproveitar as células necessárias para que depois possam ser utilizadas no transplante de medula...
Essa técnica permite que o processo de doação seja fácil e acima de tudo não doloroso uma vez que apenas se terá de dar algum sangue.

Muita gente fica reticente em fazê-lo por falta de informação adequada...

A empresa onde trabalho, possui um banco de doadores, realizando várias colheitas de sangue.

Onde já foram encontrados casos de compatibilidade.

Vá la inscrevam-se na associação de doadores de medula, não falta por aí sits na inter net onde se podem informar sobre este assunto.
Para informações mais detalhadas aconselho que consultem o sit: www.apcl.org.pt
Lá irão encontrar tudo que é necessário para clarificar qualquer dúvida.

Verão que ter a possibilidade de salvar vidas é algo extremamente gratificante.

Um azar pode bater na porta de qualquer um de nós e por isso parar para pensar nisto e fazer alguma coisa por si e pelos outros é algo maravilhoso que nos torna únicos e especiais.

Bom fim-de-semana!




23 de novembro de 2009

crepúsculo




E depois de tanto ler os vóssos posts sobre esta saga...



Depois de ouvir tantas vezes a Mimi falar nestes livros que para ela foram completamente viciantes...



Aqui estou eu a começar a ler esta história que tantos corações fez bater com mais força.



Boa forma de colorir mais uma semaninha de trabalho que se avizinha longa!



Boa semana para todos!

21 de novembro de 2009

perfil de um psicopataº


Desde o início do meu curso de psicologia, que me interesso sobre este tipo de perturbação da personalidade.

Não só pelos relatos absurdos obtidos através de livros e da comunicação social, mas também porque é um assunto que me fascina pela sua singularidade e horror.

Não vou dizer que adoraria trabalhar com este tipo de indivíduos pois sei que ao princípio teria de dominar bem as minhas resistências...

No entanto não duvido que fosse uma experiência enriquecedora ao nível profissional.

O texto que se segue ilustra bem o perfil destes sujeitos:



O perfil de um psicopata


As características que transformam uma pessoa comum em uma ameaça à sociedade


Taisa Gamboa


Em 31 de outubro de 2002, o casal Manfred e Marísia von Richthofen foi morto a pauladas no próprio quarto onde dormia. O cruel assassinato foi arquitetado pela filha do casal, Suzane, com então 19 anos. A adolescente recebeu ajuda do namorado, Daniel Cravinhos e do irmão dele, Cristian, para a execução de um plano que tinha por objetivo abrir caminho para o namoro dos dois.


Durante as investigações, a frieza, o comportamento linear e a falta de remorso de Suzane chamaram a atenção dos pesquisadores. O motivo torpe, o meio cruel e a impossibilidade de defesa das vítimas delimitaram características típicas de um psicopata.


Mas de acordo com o psiquiatra forense Miguel Chalub, professor associado do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal da Faculdade de Medicina da UFRJ, a própria palavra psicopatia tem muitos significados. Inicialmente usada como sinônimo de doença mental (seu sentido etimológico), com o tempo, passou a designar as pessoas que, sem serem propriamente doentes mentais, tinham importantes alterações de conduta ou aspectos de personalidade que a sociedade não aceitava como "adequadas ou convenientes". Seguindo essa análise, a psicopatia pode ser entendida, hoje, por transtorno de personalidade.


Entre os vários tipos clínicos que compõem a personalidade psicótica, está o transtorno anti-social, caracterizado por pessoas que têm graves e importantes alterações da conduta social, precocemente instalada ainda na adolescência. Essas pessoas frequentemente cometem atos anti-sociais ou mesmo criminosos e são designados pela psiquiatria norte-americana, preponderante em todo o mundo, como "psicopatas". Assim, psicopata seria a pessoa que comete crimes ou infrações, que por suas características de execução exibem uma grave anomalia da personalidade tais como extrema crueldade e insensibilidade.


Segundo o psiquiatra, a idéia da existência de pessoas que não correspondem à expectativa da sociedade vem do começo da Idade Moderna quando o capitalismo, inicialmente mercantil e depois industrial, excluiu muitas pessoas das atividades produtivas. As idéias econômicas e sociais do protestantismo emergente, particularmente em sua versão calvinista, defendiam que todos deveriam produzir e enriquecer, seguindo a vontade de Deus. Aqueles que assim não procedessem eram marginais à sociedade, como os mendigos, vagabundos, errantes, prostitutas, bandidos e os loucos.


— Tempos depois, a loucura foi tomada como doença, e parte dos loucos passou para o contingente dos psicopatas, com conduta ou personalidade não socialmente aceita, ainda que não necessariamente anti-sociais — lembrou Miguel Chalub. Na verdade, a psicopatia não é considerada propriamente uma doença, pois não há nenhuma fundamentação médica (anatomopatológica ou fisiopatológica) para afirmá-la como tal. Ela é apenas uma variação anormal do modo de ser, um transtorno de personalidade caracterizado por um desprezo das obrigações sociais e falta de empatia para com os outros.


Para o professor da UFRJ, a psicopatia é um transtorno que vai se instalando aos poucos na mente da pessoa, desde o final da primeira infância até a adolescência. Assim, ainda que não seja uma tarefa fácil, a educação pode mudar tal curso. Uma educação excessivamente repressora ou muito permissiva contribui para a instalação da psicopatia. A exclusão social, a carência afetiva, o abandono social, e a miséria são também fatores causais, mas não exclusivos. Postula-se também um fator constitucional ou genético, mas de difícil comprovação.


Os psicopatas apresentam um desvio considerável entre o comportamento e as normas sociais estabelecidas. Há uma baixa tolerância às frustrações e um baixo limiar de descarga da agressividade, inclusive da violência. Ocorre também uma tendência a culpar os outros e a fornecer racionalizações plausíveis para explicar um comportamento que leva o sujeito a entrar em conflito com a sociedade.


Em virtude da falta de consciência do distúrbio, o tratamento da psicopatia é muito problemático. A pessoa afetada não demanda ajuda e sua tendência é colocar a culpa nos outros e não em si mesmo. De qualquer forma, a terapia cognitivo-comportamental, a socioterapia, a terapia familiar e a laborterapia são algumas medidas que podem surtir efeito.


— O recolhimento hospitalar não é indicado, pois em nada mudaria o comportamento da pessoa, que continuaria a ser um psicopata dentro do hospital. A internação muitas vezes é usada como medida coercitiva, de pouca eficácia, aliás. Permanecer no convívio familiar, recebendo apoio psicossocial é a melhor solução, — alerta o psiquiatra forense Miguel Chalub.


De acordo com ele, na imensa maioria dos casos, os psicopatas são penalmente responsáveis por seus crimes e assim devem ser tratados. É preciso lembrar que eles têm pleno discernimento para praticar o ato e que poderiam ter agido de outra forma, já que não possuem nenhuma anomalia mental e sim comportamental. Em casos muito especiais, talvez coubesse uma diminuição da pena, acompanhada de outras medidas de recuperação social.

20 de novembro de 2009

sapatos preferidos.


E estes foram os meus sapatinhos que eu escolhi para participar no concurso da minha querida saltos altos vermelhos....
Espero que gostem!
é sexta-feira! fiquem felizes! beijinhos